Sistema 001 · Identidade · Manaus 2026

A via que
se desloca.

ViaShift é o sistema de Barreira Mediana Móvel para Manaus: proteção física contínua, fluxo dinâmico e mais capacidade no sentido do pico — sem asfaltar um metro a mais.

Rodovia urbana com barreira mediana
Ref. 001 · Golden Gate Bridge
128 → 0 colisões frontais
1.04M
veículos · Manaus 2025
+67%
tempo de viagem · pico
309
óbitos no trânsito · 2024
10–20%
do custo de uma faixa nova
01 · Contextualização

Manaus chegou
ao limite.

Entre 2014 e 2024, a frota cresceu 119% enquanto a população cresceu apenas 27%. A infraestrutura foi projetada para uma fração da demanda atual.

O resultado é o clássico fluxo de maré: pela manhã, todos vão dos bairros para o Centro e Centro-Sul. À tarde, voltam. Três faixas carregam 75% do tráfego enquanto as três opostas operam vazias.

Em 2024, 309 óbitos no trânsito — 158 motociclistas, alta de 32% em um ano.

Trânsito intenso em Manaus
Pico vespertino · 17h–20h
Av. Constantino Nery
02 · A proposta

Uma mediana que
acompanha a demanda.

Segmentos articulados de barreira de concreto são fisicamente reposicionados por uma Máquina de Transferência (Barrier Transfer Machine), liberando faixas no sentido do fluxo dominante. À tarde, o movimento se inverte.

3 / 3
Cenário
Configuração simétrica

Operação fora de pico. Três faixas de cada lado, independentemente da hora.

4 / 2
Cenário
Pico da manhã

+33% de capacidade no sentido de entrada para o Centro — sem ampliar a via.

2 / 4
Cenário
Pico da tarde

Inversão: a barreira viaja para liberar a saída dos trabalhadores.

Máquina de transferência de barreira (Road Zipper)
BTM · Barrier Transfer Machine
03 · Mecanismo

Engenharia
em movimento.

Cada segmento tem ~820 mm de altura, 1.000 mm de comprimento e quatro pés de borracha que aumentam o atrito contra o pavimento. As barreiras atendem a padrões internacionais de crash test.

  1. 01
    Engate
    A máquina BTM se posiciona sobre a linha de barreira existente.
  2. 02
    Transferência
    Um sistema interno em S desloca cada segmento lateralmente em uma faixa.
  3. 03
    Travamento
    Os segmentos articulam-se entre si, formando uma barreira contínua e rígida.
  4. 04
    Operação
    A nova configuração de faixas entra em vigor — em minutos, não em obras.
04 · Casos de referência

Décadas de operação
ao redor do mundo.

2015 → hoje

Golden Gate Bridge

São Francisco, EUA

Eliminação de 100% das colisões frontais desde a instalação da barreira de 3,4 km.

1990 → hoje

Auckland Harbour Bridge

Nova Zelândia

Instalação permanente mais antiga em operação. Movida 4× por dia em dias úteis.

implantado

Avenida 9 de Julio

Buenos Aires, Argentina

Operação em uma das avenidas mais largas do mundo, no contexto sul-americano.

2016+

Diversas obras

Japão, EUA, Austrália

Uso em construção e operação contínua em corredores metropolitanos.

05 · Comparativo

Cones vs.
barreira física.

Método atual no Brasil

Cones & balizadores

  • — Operação manual e perigosa para agentes
  • — Nenhuma proteção contra colisão frontal
  • — Trabalhosa e custosa de manter
  • — ONSV: ~40 anos atrás dos EUA
▸ Proposta
Sistema ViaShift

Barreira mediana móvel

  • + Separação física contínua entre fluxos
  • + Elimina virtualmente as colisões frontais
  • + 10–20% do custo de uma nova faixa urbana
  • + Reconfiguração em minutos, sem agentes na pista
06 · Impacto esperado

Mais fluxo.
Menos mortes.
Sem nova obra.

+33%
de capacidade no sentido de pico em vias 6 faixas
100%
de redução nas colisões frontais nos corredores BMM
80–90%
de economia frente à construção de uma nova faixa
07 · Convite

Manaus pode liderar
a próxima era da
mobilidade urbana.

ViaShift conecta dados, engenharia e política pública para transformar corredores críticos da capital amazonense — com base em décadas de operação real ao redor do mundo.